Revisão de Literatura Metodologia – Protocolo de Inclusão e Exclusão

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Vídeo mostra Revisão de Literatura Metodologia – Protocolo de Inclusão e Exclusão. Baixe modelos de revisão, protocolo de inclusão e exclusão e faça a metodologia ficar muito mais simples.

  • Protocolo de inclusão e exclusão.
  • Escalas de qualidade das fontes pesquisadas.
  • Concordância entre revisores.

MATERIAIS CITADOS NO VÍDEO

Revisão de Literatura Metodologia

Podemos conceituar de maneira mais simplificada na Revisão de Literatura Metodologia o protocolo de inclusão e exclusão de uma revisão de literatura como sendo uma tabela relacionando os artigos, critério de inclusão ou exclusão e se foi incluído ou excluído. Então, é preciso assumir sua importância devido sua função. Certamente se trata de um registro para que o aluno se organize em sua pesquisa e não repita fontes.

Uma revisão sistemática também pode ficar sujeita a viés em função do processo de seleção dos estudos […]. Portanto, é importante que os critérios de inclusão e exclusão sejam definidos com base no escopo da revisão, claramente explicitados e rigorosamente seguidos durante o processo de busca. (DRESCH, LACERDA e ANTUNES JÚNIOR, 2015, p. 151).

Conforme explicado acima, pode-se dizer que existem critérios de inclusão e exclusão dos estudos[…]. Neste contexto, fica claro que os critérios obedecem ao escopo da revisão. O mais preocupante, contudo, é constatar que sua base são limitações de recursos disponíveis, por exemplo, o idioma de publicação do estudo. 

Os resultados mostram que o idioma normalmente é um item comum na lista de critérios de inclusão ou exclusão. Por isso, fica evidente que mesmo os artigos tenham o abstract em outra língua, se torna importante definir o idioma a ser filtrado. Espera-se, dessa forma abranger esses parâmetros básicos, por exemplo, ano de publicação também.

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Protocolo de Inclusão e Exclusão

Ora, em tese, na Revisão de Literatura Metodologia o protocolo de inclusão e exclusão não precisa ser anexado a revisão. É preciso, porém, ir mais além já que a função prioritária do protocolo é conduzir a pesquisa a fim de manter coesão e a credibilidade das informações. O que importa, portanto, é que o pesquisador abra um arquivo do Word com os itens que falaremos a seguir e defina os critérios antes de começar, caso queira um modelo, baixe no link abaixo na pasta REVISÃO SISTEMÁTICA >> EXEMPLOS.

O estudante antes de começar precisa ter em mente seu objetivo geral e específico para entender bem o escopo de sua pesquisa. Primeiro passo é definir os critérios, vamos ver alguns básicos:

  • Fonte: Biblioteca Online X e SciELO
  • Idioma dos estudos: Português
  • Palavras-chave: “Marketing Pessoal”, “Processo de Seleção” e “Seleção de pessoal”
  • Critérios de Inclusão:
    • Trabalhos que tratarem de Marketing Pessoal
    • Foco no recrutamento de pessoas
    • Tenha abordagem qualitativa
  • Critérios de Exclusão:
    • Trabalhos que não tiverem metodologia bem clara serão excluídos
    • Pesquisas sem embasamento nos autores X e Y serão excluídas

(NUNES, 2015)

Condução da revisão sistemática, itens básicos:

  • Fonte
  • Data/Intervalo da Busca
  • Palavras-chave
  • Lista de artigos
  • Critérios de inclusão e exclusão

É importante ressaltar que muitos formulários de condução da pesquisa são meros espelhos do projeto, mas, em cima disso, temos itens relevantes como os critérios de inclusão e exclusão. Finalmente, o estudante pode realizar a lista de fontes e ter certeza que não vai repetir fontes.

Todo esse trabalho serve ao final para gerar uma Metanálise como essa abaixo:

(GOMES e CAMINHA, 2014)

Sendo assim, o melhor a se fazer antes de começar uma revisão de literatura sistemática ou integrativa é seu formulário de condução da pesquisa. Podemos perceber conforme citado acima que esse quadro remete a um guia para garantir que não haja falhas fonte propulsora que são as fontes.

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Referências:

DRESCH, A.; LACERDA, D. P.; ANTUNES JÚNIOR, J. A. V. Design Science Research: Método de Pesquisa para Avanço da Ciência e Tecnologia. Porto Alegre/RS: Bookman Editora, 2015. 204 p.

GOMES, I. S.; CAMINHA, I. D. O. Guia para estudos de revisão sistemática: uma. seer.ufrgs.br, 2014. Disponivel em: <http://www.seer.ufrgs.br/Movimento/article/viewFile/41542/28358>. Acesso em: 05 mar. 2018.

NUNES, F. L. S. larp.mae.usp.br. L.A.R.P – Laboratório de Arqueologia Romana Provincial, 2015. Disponivel em: <http://www.larp.mae.usp.br/video-palestra-revisoes-sistematicas/>. Acesso em: 12 fev. 2018.

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